4º revolução industrial: Internet das coisas e nanotecnologia

1º Revolução Industrial – Máquina a valor e produção de têxtil

2º Revolução Industrial – Surgimento do setor automobilístico e consolidação do petróleo como fonte de energia

3º Revolução Industrial – Computadores e microeletrônica relacionaram as produções

Com a junção da nanotecnologia, tecnologia físicas e biológicas e a internet das coisas, vai surgir a 4º Revolução Industrial.

Os Pilares da Indústria 4.0

As fábricas inteligentes vão se diferenciar das que dominam nosso sistema produtivo atualmente em quatro princípios básicos:

  • A virtualização das operações;
  • A operação com monitoramento e correções em tempo real;
  • A descentralização dos ciclos de produção (tornando as fábricas mais modulares e independentes);
  • A customização, com a oferta sendo direcionada de acordo com a demanda real dos clientes.

Até 2020, 75 bilhões de equipamentos vão estar conectados à internet e não vai ser necessário a interação humana para que eles se comuniquem entre si.

Quem está na frente

Segundo o relatório do Fórum Econômico Mundial de 2016, sete países são os pioneiros da quarta revolução industrial: Cingapura, Finlândia, Suécia, Noruega, Estados Unidos, Israel e Holanda.

E por que há quem acredite que se trata de uma revolução?

A quata revolução industrial não se trata de um conjuntos de tecnologia, mas a transição em direção a novos sistemas que foram destruídos sobre a infraestrutura da revolução digital (anterior). Não é a extensão da terceira revolução industrial. A velocidade dos avanços não tem procedentes e está interferindo na maioria das indústrias dos países.

E os empregos?

Muitos postos de trabalho deverão ser extintos, a diferença entre quem tá na baixa e alta qualificação vai ser MUITO maior, fazendo com que surja um novo tipo de “proletariado”. Com o aumento do desemprego, pesquisadores estudam um novos modelos econômicos, como a redução da jornada de trabalho e redes de apoio social, como o estado pagar uma renda para o cidadão.

4º revolução Industrial no Brasil

De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, 70% das empresas brasileiras usam a tecnologia apenas para melhorar os processos de produção que já existem e 30% usam para desenvolver novos produtos. De acordo com o vice-presidente de Supply Chain da TOTVS, essa baixa porcentagem de investimento pode custar caro à indústria brasileira. As empresas que não querem investir nessa novidade industrial, vão ficar atrasadas. No início, o investimento é alto, mas o retorno financeiro vai ser grande. O custo da produção vai ser o mesmo, mas a produtividade vai aumentar muito mais.

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